Reforma Tributária no TRC: baixe nosso e-book completo e prepare sua transportadora 

A Reforma Tributária está transformando a forma como as transportadoras calculam impostos, revisam créditos e planejam suas operações. Para apoiar você a entender todas essas mudanças e se preparar da melhor forma, a Rumo Brasil preparou um e-book completo, reunindo tudo o que o transportador precisa saber. 

No nosso material você encontra: uma introdução ao tema, explicações sobre o que é a Reforma, o cenário atual do TRC, as principais alterações, o regime de transição, detalhes sobre o IBS e a CBS, impactos diretos no Transporte Rodoviário de Cargas, análises do antes e depois, mudanças nos créditos tributários e no aproveitamento de imunidades e incentivos, estratégias essenciais de compliance e planejamento tributário e um guia de como fazer a transição na prática. 

Este e-book é ideal para quem quer entender o que muda, como se adaptar e quais oportunidades aproveitar para manter a competitividade da transportadora. 

Além disso, nossa equipe está disponível para marcar uma reunião e analisar suas questões específicas sobre a Reforma Tributária, ajudando a traçar caminhos estratégicos e seguros para a sua operação. 

Agende sua reunião com nossos especialistas 

As mudanças da Reforma Tributária já começaram. Se a sua transportadora não se preparar, ficará atrás da concorrência, enfrentará dificuldades operacionais e verá sua competitividade no mercado ser comprometida. 

Senado aprova isenção de Imposto de Renda até R$ 5 mil a partir de 2026 

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou no dia 5 de novembro o projeto que isenta do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) quem ganha até R$ 5 mil por mês e volta a tributar lucros e dividendos distribuídos por empresas a partir de 2026
 
O texto segue agora para votação no Plenário do Senado antes de seguir para sanção presidencial. 

A proposta faz parte do pacote de medidas de ajuste tributário que vem sendo discutido em paralelo à Reforma Tributária, com o objetivo de aumentar a progressividade do sistema e reduzir desigualdades na cobrança do imposto de renda. 

Como fica a nova tabela do IRPF 

Com a aprovação do projeto, o governo amplia a faixa de isenção do IR para renda mensal de até R$ 5.000. Atualmente, a isenção é válida para quem ganha até R$ 2.824, o que representa um aumento de mais de 75% na faixa livre de tributação. 

A nova tabela proposta também ajusta as demais faixas de renda, com alíquotas progressivas conforme o valor recebido. A medida deve beneficiar diretamente cerca de 13,7 milhões de contribuintes que hoje ainda pagam imposto. 

Tributação de dividendos será retomada 

Outro ponto central do projeto é a volta da tributação sobre lucros e dividendos, que estão isentos no Brasil desde 1996. A proposta aprovada pela Câmara e chancelada pela CAE prevê a alíquota de 10% sobre dividendos pagos a pessoas físicas e residentes no exterior, a partir de 2026. 

Segundo o relator, a medida busca corrigir distorções entre quem vive de salário e quem recebe rendimentos de capital, além de aumentar a arrecadação para compensar a ampliação da faixa de isenção. 

Lucros distribuídos até 31 de dezembro de 2025 continuarão isentos, desde que devidamente aprovados em assembleia até essa data, o que cria uma janela de planejamento tributário para empresas e sócios. 

Próximos passos 

O texto aprovado ainda precisa passar pelo Plenário do Senado antes de seguir à sanção presidencial. Caso seja confirmado, o novo modelo de tributação entra em vigor a partir de janeiro de 2026, com efeitos já sobre o exercício fiscal de 2026 (declaração de 2027). 

O que muda para empresários e transportadoras 

Para o setor empresarial, especialmente o do TRC, as alterações podem gerar reflexos diretos tanto na remuneração de sócios quanto no planejamento financeiro das transportadoras

Empresas que distribuem lucros regularmente precisarão revisar suas políticas societárias e de distribuição para evitar impacto tributário sobre os dividendos pagos a partir de 2026. 
 
Já a ampliação da faixa de isenção do IRPF pode beneficiar sócios-operadores e gestores que recebem remunerações mensais dentro desse limite. 

Na Rumo Brasil, acompanhamos de perto a tramitação do projeto e seus possíveis efeitos sobre a estrutura tributária e societária das transportadoras, orientando nossos clientes sobre as melhores estratégias de adequação e planejamento. 

Apuração do IRPJ e CSLL: trimestral ou anual? Como escolher a melhor opção para sua transportadora

A escolha entre a apuração trimestral ou anual do IRPJ e da CSLL pode impactar diretamente o fluxo de caixa e a carga tributária da sua transportadora. Essa definição faz parte do planejamento tributário estratégico, e pode representar a diferença entre pagar mais impostos ou preservar o capital. 

O que são IRPJ e CSLL? 

Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) são tributos federais calculados sobre o lucro das empresas. 
As transportadoras que atuam no Lucro Real podem optar por apurar esses impostos a cada trimestre ou uma vez por ano, e é essa escolha que define o ritmo e a previsibilidade da tributação. 

Diferença entre apuração trimestral e anual 

Apuração Trimestral 

Na apuração trimestral, o IRPJ e a CSLL são calculados a cada três meses, em março, junho, setembro e dezembro. 
Isso significa que os impostos são apurados e pagos de forma periódica, de acordo com o lucro obtido em cada período. 

Vantagens: 

  • Permite distribuição de lucros a cada trimestre, sem retenção adicional. 
  • Facilita o controle financeiro e tributário com base em resultados reais. 
  • Caso haja prejuízo em um trimestre, ele pode ser compensado em períodos seguintes. 

Desvantagens: 

  • Maior carga operacional para o departamento contábil. 
  • Em trimestres de alto lucro, o desembolso tributário é imediato. 

Apuração Anual 

Na apuração anual, o cálculo é feito com base no lucro obtido ao longo de todo o exercício, mas as empresas precisam recolher mensalmente o IRPJ e a CSLL por estimativa, seja com base no faturamento, lucro presumido mensal ou balanços de redução/suspensão. 

Vantagens: 

  • Maior previsibilidade do fluxo de caixa, pois o imposto é diluído ao longo do ano. 
  • Possibilidade de ajuste do pagamento conforme o desempenho real da empresa. 
  • Menor burocracia com fechamentos trimestrais. 

Desvantagens: 

  • Exige planejamento financeiro constante, já que o pagamento é contínuo. 
  • Caso o lucro final seja inferior ao estimado, é necessário recuperar valores pagos a mais
     
     

Como escolher o melhor regime para sua transportadora 

A decisão entre apuração trimestral ou anual depende de fatores estratégicos da sua transportadora, como: 

  • Variação do faturamento: empresas com receitas instáveis costumam se beneficiar da apuração trimestral, já que ela acompanha os resultados de cada período. 
  • Fluxo de caixa: se o objetivo é manter previsibilidade e suavizar desembolsos, a apuração anual pode ser mais vantajosa. 
  • Planejamento tributário: a escolha deve estar alinhada com estratégias de compensação de prejuízos, incentivos fiscais e otimização da carga tributária. 
  • Margem de lucro e sazonalidade: no transporte rodoviário de cargas, oscilações sazonais podem impactar significativamente o resultado. 

Erros comuns na escolha da forma de apuração 

Muitas transportadoras escolhem o regime apenas por conveniência contábil, sem avaliar os impactos no negócio. 

Alguns erros recorrentes são: 

  • Não considerar o impacto do lucro sazonal na apuração trimestral. 
  • Escolher a apuração anual sem controle adequado das estimativas mensais
  • Não revisar periodicamente o regime, mesmo diante de mudanças na operação ou no volume de fretes. 
     

O papel do planejamento tributário no transporte 

Independentemente da forma de apuração escolhida, o planejamento tributário é essencial para garantir eficiência e segurança fiscal. 
 
Com uma análise técnica, é possível identificar qual regime traz maior economia, evitar recolhimentos indevidos e melhorar a gestão do fluxo de caixa. 

Na Rumo Brasil, nossa equipe tributária realiza um diagnóstico completo da estrutura fiscal da sua transportadora, orientando sobre a melhor forma de apuração do IRPJ e CSLL e as oportunidades legais de redução de carga tributária. 

A definição entre apuração trimestral ou anual do IRPJ e da CSLL afeta diretamente a rentabilidade e o equilíbrio financeiro da sua transportadora. 

Com o apoio de especialistas em tributação no TRC, é possível tomar uma decisão segura e estratégica, que garanta economia e previsibilidade para o seu negócio. 

Justiça suspende multa da ANTT até decisão do STF sobre piso do frete 

Uma decisão recente determinou a suspensão de uma multa aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a uma transportadora, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a constitucionalidade do piso mínimo do frete. 

A decisão, proferida pelo juiz substituto Cláudio Roberto da Silva, da 2ª Vara Federal de Curitiba, não anula a tabela de frete mínima, mas suspende temporariamente a penalidade imposta à empresa. 

Entenda o caso 

A transportadora entrou com um mandado de segurança contra a ANTT, argumentando que há insegurança jurídica em torno da aplicação das multas relacionadas ao piso do frete. 

De acordo com a ação, a fiscalização da agência vem sendo realizada de forma automática, por meio de cruzamento de dados, sem avaliação individual de cada operação, o que tem resultado em autuações em larga escala. 

O magistrado reconheceu esse cenário de incerteza e determinou a suspensão do auto de infração, até que o STF conclua o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.956, que discute a validade da lei que instituiu o piso mínimo do frete (Lei nº 13.703/2018). 

O que a decisão significa 

É importante deixar claro: A decisão não suspende a tabela do frete mínimo, nem torna facultativo o seu cumprimento. 

Ela se restringe à suspensão da multa específica aplicada à empresa autora da ação, até que o STF dê um posicionamento definitivo sobre o tema. 

Em outras palavras, a política do piso mínimo de frete continua vigente, e as transportadoras e embarcadores devem seguir observando os valores estabelecidos pela ANTT, sob pena de novas autuações. 

O papel da Rumo Brasil 

Como consultoria especializada em Transporte Rodoviário de Cargas, a Rumo Brasil acompanha de perto as movimentações jurídicas e regulatórias que impactam o setor. 

Nosso time atua para garantir segurança, eficiência e conformidade às transportadoras, com análises tributárias, fiscais e de compliance voltadas à realidade do TRC. 

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Três lições da transportadora Floresta Logística que transformou sua gestão tributária

Em um setor marcado por margens apertadas e alta complexidade fiscal, encontrar o equilíbrio entre economia e segurança tributária é um desafio constante para qualquer transportadora. Foi enfrentando exatamente esse cenário que a Floresta Logística decidiu repensar sua estrutura tributária e, ao longo desse processo, descobriu que a transparência e o conhecimento técnico podem ser os maiores aliados de uma gestão sólida.

A experiência vivida pela diretora Pollyana Dias resume o caminho de muitas empresas do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) que buscam crescimento sustentável. Reunimos três lições práticas que mostram como é possível evoluir a gestão tributária de forma segura e inteligente.

1. Busque soluções seguras, e não apenas oportunidades imediatas

Antes de revisar seus processos, a Floresta Logística já havia tentado reduzir a carga tributária por outros caminhos, mas sem a segurança e a clareza necessárias. 

“Nós vínhamos lutando há vários anos para diminuir nossa carga tributária e também encontrar o melhor regime de trabalho para a empresa. A Rumo nos mostrou a possibilidade de fazer isso da maneira correta, e então começamos um trabalho conjunto”, conta Pollyana. 

Essa fala revela um ponto essencial: a diferença entre redução tributária e gestão tributária. Enquanto a primeira busca alívios momentâneos, a segunda se baseia em planejamento, conformidade e sustentabilidade

No transporte de cargas, onde qualquer erro fiscal pode gerar autuações e perdas significativas, essa escolha é o que separa empresas sólidas de soluções arriscadas. 

2. Envolva sua equipe e contabilidade no processo

Um dos maiores ganhos relatados pela Floresta foi o aprendizado coletivo durante o projeto. 

“A parceria foi excelente. A gente só aprendeu e cresceu, juntamente com nosso escritório de contabilidade e nosso pessoal interno. Foi um ganho muito grande”, destaca. 

Essa integração entre áreas é fundamental. Uma transportadora que deseja evoluir sua governança precisa garantir que a contabilidade, o financeiro e a gestão tributária falem a mesma língua

3. Valorize parceiros que atuam com transparência e didática 

Ao comparar diferentes consultorias, a Floresta escolheu seguir o caminho da transparência, mesmo que isso significasse abrir mão de promessas de “ganhos rápidos”. 

“A Rumo nos provou de uma maneira muito didática, com segurança e transparência, que era possível fazer tudo de forma correta. Isso nos fez escolher trabalhar com eles”, explica Pollyana. 

Em um mercado onde muitas soluções são vendidas como atalhos, a didática e a clareza técnica se tornam diferenciais reais. 
 
Compreender o “porquê” de cada ajuste fiscal é o que garante que o resultado não seja apenas uma economia momentânea, mas um passo rumo à maturidade tributária e à governança empresarial

Um aprendizado que vai além dos números 

Após oito meses de trabalho em conjunto com a Rumo Brasil, a Floresta Logística encerrou o projeto com um novo olhar sobre gestão tributária e, principalmente, com mais confiança nas próprias decisões. 

“Depois de finalizar o processo, conseguimos ver o quanto crescemos e aprendemos. Quem busca construir uma empresa sólida, com garantias e transparência, precisa seguir esse caminho”, conclui Pollyana. 

A experiência da Floresta mostra que a verdadeira economia nasce da segurança e que o crescimento sustentável no TRC passa, necessariamente, por uma gestão tributária responsável e transparente. 

Na Rumo Brasil, transformamos a complexidade tributária do TRC em estratégia e segurança para o seu negócio. Se você também quer fortalecer a gestão da sua transportadora e alcançar resultados sustentáveis, fale com um de nossos especialistas e descubra como podemos apoiar sua empresa a crescer com transparência e eficiência. 

Simples Nacional no TRC: distorções e cuidados que podem comprometer sua empresa 

O Simples Nacional sempre foi visto como um regime tributário que facilita a vida das empresas. No entanto, quando o assunto é Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), essa “facilidade” pode esconder distorções significativas e, em alguns casos, comprometer a saúde financeira e a conformidade fiscal da transportadora. 

Criado para simplificar a arrecadação de tributos e estimular pequenas empresas, o Simples Nacional unifica o pagamento de diversos impostos em uma única guia, o DAS. 

À primeira vista, parece a solução ideal: menos burocracia, alíquotas reduzidas e facilidade na gestão tributária. Mas, quando olhamos de perto, o cenário é mais complexo, principalmente porque o setor de transporte possui particularidades que podem não se encaixarem na lógica do Simples. 

As principais distorções do Simples Nacional no TRC 

O primeiro ponto de atenção está na formação da base de cálculo e na carga efetiva de impostos. Muitos gestores acreditam que, por estarem no Simples, automaticamente estão pagando menos tributos. Mas, na prática, o regime pode gerar uma carga superior à de outros modelos, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real, dependendo do faturamento e da estrutura de custos da transportadora. 

Além disso, há outros efeitos que passam despercebidos: 

  • Perda do direito ao crédito de PIS e COFINS, o que impacta diretamente o custo operacional e a competitividade; 
  • Inadequação na apuração do ICMS, especialmente em estados com regras específicas para o transporte intermunicipal e interestadual; 
  • Impossibilidade de aproveitamento de créditos por parte dos clientes, já que grandes embarcadores preferem contratar transportadoras fora do Simples para poderem se creditar de impostos. 

Essas distorções mostram que, embora o Simples traga benefícios administrativos, ele pode não ser economicamente vantajoso no longo prazo

Quando o Simples Nacional deixa de ser vantajoso no transporte 

O Simples Nacional costuma deixar de ser vantajoso para transportadoras que possuem alto volume de fretes e margens reduzidas, ou que atuam com subcontratação de terceiros e agenciamento de fretes. Nessas situações, o impacto tributário tende a ser maior, reduzindo a rentabilidade da operação.  

Da mesma forma, empresas em crescimento acelerado, próximas do limite de faturamento anual, ou que prestam serviços a grandes embarcadores também precisam ter atenção redobrada. Isso porque, além do aumento progressivo das alíquotas, o enquadramento pode limitar oportunidades de contrato, já que muitas empresas contratantes exigem notas fiscais de prestadores enquadrados em outros regimes. 

Cuidados essenciais para quem está ou pretende ingressar no Simples 

Antes de optar, ou de permanecer no Simples Nacional, é fundamental que o gestor da transportadora avalie cuidadosamente o impacto tributário da decisão. 
 
Alguns cuidados essenciais incluem: 

  • Simular cenários de tributação, considerando o faturamento e a estrutura de custos;  
  • Analisar o efeito no fluxo de caixa, já que a alíquota aumenta conforme o faturamento;  
  • Verificar a relação com clientes e fornecedores, especialmente em contratos que envolvem crédito de impostos; 
  • Contar com suporte contábil e tributário especializado no setor de transporte, para evitar distorções na apuração e no planejamento fiscal. 

Um acompanhamento técnico é o que garante que a empresa não apenas cumpra suas obrigações fiscais, mas também aproveite as melhores oportunidades de economia e competitividade. 

A análise deve ser individual  

Não existe um modelo único que sirva para todas as transportadoras. A escolha do regime tributário deve ser feita com base em uma análise individual do perfil da empresa, da operação e das metas de crescimento. 

O Simples Nacional pode parecer o caminho mais fácil, mas, no Transporte Rodoviário de Cargas, nem sempre é o mais eficiente. 

O Simples Nacional com a Reforma Tributária  

O Simples Nacional será mantido pela Reforma Tributária, mas passará por adaptações para se alinhar ao novo modelo de tributos sobre o consumo, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 preveem a continuidade do tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas, assegurando que o regime simplificado permaneça no sistema tributário.  

No entanto, a legislação já indica a possibilidade de um modelo híbrido, no qual parte da tributação poderá ocorrer dentro do Simples e outra parte fora dele, especialmente em operações entre empresas (B2B). A transição para o novo sistema ocorrerá gradualmente entre 2026 e 2033, exigindo que transportadoras fiquem atentas às mudanças que podem impactar o crédito de impostos, a precificação dos fretes e a competitividade no mercado. 

A Rumo Brasil pode apoiar 

A Rumo Brasil é a única consultoria de negócio especializada exclusivamente no TRC, com um time tributário que entende profundamente as particularidades do setor. 

Apoiamos transportadoras a avaliar o enquadramento ideal, reduzir riscos e maximizar a rentabilidade com segurança fiscal. 

Fale com um especialista da Rumo Brasil e descubra qual regime tributário faz mais sentido para o seu negócio. 

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