A Receita Federal anunciou que a partir de 1º de julho dará início a um projeto piloto que vai testar e aprimorar os sistemas e processos relativos à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no âmbito da Reforma Tributária do Consumo (RTC).
Esse projeto, realizado em parceria com o Serviço de Processamento de Dados (Serpro), permitirá que empresas participem na prática, testando assim as soluções desenvolvidas para esse momento.
Segundo a Receita Federal, a participação das empresas é essencial para realizar ajustes nos sistemas, além de apoiar na preparação antecipada do mercado para a Reforma Tributária. Dessa forma, as funcionalidades do sistema serão liberadas de forma progressiva, e a evolução será constante com base nos retornos dados pelas empresas participantes.
Ao todo, 500 empresas testarão os novos sistemas. Elas foram selecionadas com base em critérios técnicos, institucionais e de representatividade econômica. A seleção, de acordo com a Receita Federal, priorizará a diversidade de setores e portes, e será feita exclusivamente por meio de indicações de entidades de abrangência nacional, como confederações, federações e associações setoriais, contemplando:
Empresas com termo de cooperação assinado com a RFB, por participarem do CONFIA ou das homologações do SPED (receberão o convite em junho);
Indicações do Pré-Comitê Gestor do IBS;
Indicações por entidades representativas do setor de tecnologia (fornecedoras de software);
Indicações por entidades representativas de diversos segmentos econômicos e portes empresariais.
Para garantir maior transparência e possibilitar que todas as empresas do país possam ter acesso às informações e entender os recursos necessários para adaptação à CBS, as soluções testadas serão sempre divulgadas no site da Receita Federal.
Prepare-se para a Reforma Tributária com a Rumo Brasil
A Reforma Tributária já é uma realidade e, por isso, empresas devem se adaptar para estarem à frente dessas mudanças para evitar custos desnecessários.
Esse é o momento ideal para que você conheça mais sobre a Rumo Brasil.
Somos especialistas no transporte rodoviário de cargas e oferecemos diversos serviços no setor de finanças, tributário e jurídico. Para saber mais, acesse nosso site e siga-nos no Instagram e Linkedin.
Você já se perguntou o que anda fazendo de errado ao calcular as suas despesas? Ter controle sobre o fluxo de caixa pode te ajudar a entender o que entra e o que sai da sua conta, sem que o seu negócio fique no vermelho.
Mesmo com dinheiro sobrando, é preciso ter atenção. Isso porque ter um dinheiro reserva para emergências pode ser essencial para que você consiga se recuperar posteriormente. E, quando falamos no fluxo de caixa para transportadoras, isso pode ser ainda mais necessário.
Neste artigo, você vai conferir quais são as melhores estratégias para o seu fluxo de caixa, o que ele pode fazer para melhorar o seu controle financeiro. Boa leitura!
O que é o fluxo de caixa?
Imagine que o fluxo de caixa é como o coração financeiro da sua empresa. Ele registra todo o dinheiro que entra (receitas) e sai (despesas) em um determinado período.
Logo, é como se fosse um extrato bancário que mostra, de forma clara, para onde está indo cada centavo. Com um controle eficiente, você sabe exatamente quanto tem disponível para pagar contas, investir ou guardar para emergências.
Benefícios do fluxo de caixa
Ao implementar um controle eficiente do fluxo de caixa, sua transportadora poderá:
Tomar decisões mais assertivas: com dados financeiros precisos, é possível planejar investimentos, cortes de gastos e estratégias de crescimento.
Evitar endividamento desnecessário: assim, conhecendo a real situação financeira, você evita recorrer a empréstimos com juros altos para cobrir despesas inesperadas.
Identificar oportunidades de economia: ao analisar as despesas, é possível encontrar áreas onde os custos podem ser reduzidos sem comprometer a qualidade dos serviços.
Melhorar o relacionamento com fornecedores e clientes: logo, cumprir prazos de pagamento e oferecer condições mais atrativas aos clientes se torna mais fácil com um caixa equilibrado.
Por que uma boa gestão financeira é importante para transportadoras?
No ramo de transporte de cargas, os gastos são constantes e, muitas vezes, elevados. Estamos falando de despesas com combustível, manutenção da frota, pedágios, salários dos motoristas, seguros e por aí vai.
Sendo assim, sem um controle rigoroso do fluxo de caixa, fica fácil se perder no meio de tantas movimentações financeiras e acabar no vermelho.
Além disso, é comum que os pagamentos pelos serviços prestados demorem a cair na conta, enquanto as despesas não esperam. Essa defasagem pode causar um descompasso financeiro, dificultando o cumprimento das obrigações da empresa. Ou seja, ter um fluxo de caixa bem estruturado ajuda a prever esses cenários e a se preparar para eles.
Quais são os componentes do fluxo de caixa em uma transportadora?
Pode ser difícil entender como funciona o fluxo de caixa à primeira vista. Então, para assimilar melhor, vamos dividir as movimentações financeiras em duas categorias principais:
Entradas (receitas):
Fretes: pagamentos recebidos pelos serviços de transporte realizados.
Vendas de ativos: dinheiro obtido com a venda de veículos ou equipamentos antigos.
Empréstimos e financiamentos: recursos captados para investimentos ou para reforçar o caixa em momentos de aperto.
Saídas (despesas):
Custos fixos: despesas que não variam com a operação, como salários, aluguel, seguros e licenças.
Custos variáveis: gastos que dependem diretamente da operação, como combustível, manutenção dos veículos, pedágios e impostos.
6 dicas para uma gestão de caixa mais eficiente
Sabemos que manter uma boa saúde financeira pode ser algo bastante desafiador, mas não desanime! Então, separamos aqui algumas dicas podem ajudar na sua gestão:
Registre todas as movimentações financeiras
Anote cada entrada e saída de dinheiro, por menor que seja. Isso ajuda a ter uma visão realista da situação financeira.
Classifique as despesas
Separe os gastos em categorias (combustível, manutenção, salários etc.) para identificar onde estão os maiores custos e onde é possível economizar.
Projete o fluxo de caixa futuro
Com base nos dados registrados, faça projeções para os próximos meses. Isso permite antecipar períodos de aperto e se preparar adequadamente.
Negocie prazos com clientes e fornecedores
Tente alinhar os prazos de recebimento com os de pagamento, reduzindo o descompasso entre entradas e saídas de dinheiro.
Utilize tecnologia a seu favor
Softwares de gestão financeira específicos para transportadoras podem facilitar o controle do fluxo de caixa, automatizando processos e reduzindo erros.
Mantenha uma reserva financeira
Tenha um fundo de emergência para cobrir despesas inesperadas ou períodos de baixa receita.
Otimize seu fluxo de caixa com a Rumo
Manter um fluxo de caixa saudável é fundamental para a sobrevivência e o crescimento de qualquer transportadora de cargas.
Portanto, lembre-se: entender para onde vai cada centavo do seu negócio é o primeiro passo para alcançar o sucesso e a sustentabilidade no competitivo mercado de transporte de cargas.
Com a Rumo Brasil, você pode ter uma grande ajuda na sua organização financeira e tributária. Para saber mais sobre nós e outras dicas essenciais para a sua transportadora, siga-nos no Linkedin e Instagram!
A Reforma Tributária, aprovada por meio da Emenda Constitucional 132/2023, tem sido vista como um passo importante rumo à simplificação do sistema tributário brasileiro. Em um relatório técnico recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afirmou que o número de processos tributários no país pode triplicar nos próximos anos devido a falhas estruturais no desenho da Reforma.
A Corte teme que, sem ajustes e mecanismos de coordenação adequados entre os entes federativos, a transição para os novos tributos poderá causar um aumento significativo de litígios fiscais.
Por isso, separamos os pontos centrais em torno desse debate e como se preparar para uma transição sem dores de cabeça. Continue a leitura do artigo e entenda!
Arrecadação fragmentada preocupa o STJ
Um dos pontos centrais da crítica feita pelo STJ é a forma como a arrecadação do novo sistema será organizada. Com a extinção de tributos como IPI, PIS, COFINS, ICMS e ISS, entra em cena a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência compartilhada entre estados e municípios.
O problema, segundo o tribunal, é que cada ente federativo poderá fiscalizar e executar separadamente os tributos que lhe cabem. Portanto, em uma única operação de venda, o contribuinte poderá gerar três diferentes créditos tributários: um para a União, um para o Estado e outro para o Município.
Reforma Tributária pode gerar conflitos entre entes federativos
O STJ também aponta que a fragmentação pode levar a uma concorrência entre entes federativos na cobrança de tributos. Cada um poderá mover sua própria ação, sem necessariamente considerar o contexto das demais execuções em curso. Ou seja, isso exigirá dos contribuintes um controle rigoroso e sistemas de compliance fiscal mais robustos.
Segundo análise publicada pelo JOTA, o tribunal critica ainda a proposta da Advocacia-Geral da União (AGU) de transferir parte do julgamento de conflitos tributários que são de competência do Judiciário. Para o STJ, essa mudança fere o princípio da separação dos poderes e pode comprometer a imparcialidade nas decisões.
Empresas e Judiciário precisam se preparar para a transição
Enquanto os benefícios da reforma, como a simplificação de tributos, a não cumulatividade plena e a desoneração das exportações, ainda levarão tempo para se consolidar, as empresas já precisam se preparar para um cenário de transição complexo e litigioso.
Logo, o Judiciário também deverá se estruturar para lidar com esse aumento de demanda, o que envolve desde a ampliação de pessoal até a automação de processos.
Outro ponto relevante destacado pelo STJ é a falta de um sistema nacional plenamente automatizado para controle e compensação de créditos, como o split payment. Sem essa automação, será praticamente impossível garantir que os valores retidos nas operações sejam corretamente compensados, aumentando ainda mais o risco de autuações indevidas.
Prepare-se para a Reforma Tributária com a Rumo Brasil
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A tão esperada Reforma Tributária finalmente começou a sair do papel. Depois de anos de debates, idas e vindas, o Brasil caminha para um novo modelo de cobrança de tributos. Mas, afinal, o que isso muda para quem vive do transporte rodoviário de cargas, transportando o país de ponta a ponta?
Se você é gestor de uma transportadora, contador especializado ou atua na área fiscal, essa é uma leitura essencial. Vamos juntos entender os impactos, sejam eles positivos e negativos, da Reforma Tributária para o TRC.
A seguir, você irá conferir:
Reforma tributária: o que é?
Impactos da reforma tributária no TRC
O que esperar nos próximos anos?
Boa leitura!
Reforma tributária: o que é?
Antes de acelerar no tema principal, vale uma parada rápida para entender o que está sendo reformado. Sendo assim, a proposta aprovada traz a substituição de diversos tributos federais, estaduais e municipais por dois grandes impostos:
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – substitui PIS, Cofins e IPI.
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – unifica ICMS e ISS.
Ambos funcionarão como um IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Ou seja: a cobrança será feita de forma mais transparente, com direito a crédito em todas as etapas da cadeia.
Quais serão os impactos da reforma tributária no TRC?
O setor de transporte é um dos mais afetados pela reforma. Portanto, dependendo da estrutura da sua empresa, isso pode ser muito positivo. Confira os principais impactos:
Fim da guerra fiscal entre estados
Hoje, cada estado tem sua regra para ICMS, o que gera confusão e insegurança jurídica para as transportadoras. Com o IBS unificado, essa “guerra fiscal” tende a acabar. Assim, o imposto será mais claro e uniforme em todo o país, trazendo mais simplicidade e previ sibilidade.
Tributação no destino, não mais na origem
A lógica tributária muda: os impostos passam a ser recolhidos no destino da carga, e não mais na origem. Ou seja, isso pode afetar a precificação dos fretes entre regiões e exige uma nova estratégia de planejamento tributário.
Fim da isenção de ICMS no transporte intermunicipal (Simples Nacional)
Um dos pontos de atenção: transportadoras do Simples Nacional hoje são isentas de ICMS em transporte intermunicipal.
Com a reforma, essa isenção pode acabar, aumentando os custos operacionais. Portanto, é preciso rever margens e repensar preços.
Mais créditos tributários aproveitáveis
Esse é um dos maiores benefícios da reforma. Hoje, é difícil recuperar créditos de PIS/Cofins. Sendo assim, com o IVA, o sistema fica mais transparente e automático.
Fim da cumulatividade e bitributação
A bitributação é um problema frequente no setor. Com o novo modelo de IVA, o imposto incide apenas sobre o valor agregado, o que elimina distorções e melhora a competitividade.
Incertezas para o Simples Nacional
A reforma prevê tratamento diferenciado para o Simples, mas ainda há lacunas na regulamentação.
Logo, é fundamental acompanhar os desdobramentos para entender:
Se haverá novos regimes especiais;
Como os créditos funcionarão;
Se benefícios atuais serão mantidos ou extintos.
O que muda nos próximos anos?
A implementação da nova Reforma será gradual, com um período de transição de vários anos (de 2026 até 2033). Ou seja: ainda dá tempo de se adaptar, mas a hora de agir é agora.
Sendo assim, empresas devem se adaptar para estarem à frente dessas mudanças para evitar custos desnecessários.
Se você ainda não sabe como, essa pode ser a hora perfeita para conhecer aRumo Brasil. Somos especialistas no transporte rodoviário de cargas e oferecemos diversos serviços no setor de finanças, tributário e jurídico. Para saber mais, acesse nosso site e siga-nos no Instagram e Linkedin.
A Operação “Colheita Fantasma“, conhecida também Operação “Soja-Papel”, foi deflagrada em uma ação conjunta entre a Receita Federal, a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MS), com o objetivo de combater uma organização criminosa que movimentou mais de R$ 1 bilhão em fraudes fiscais. O esquema visava gerar créditos tributários fraudulentos e facilitar a lavagem de dinheiro por meio da emissão de notas fiscais frias.
Esse tipo de operação reforça um alerta importante: a responsabilidade fiscal vai muito além da conformidade formal. Ela exige controle, verificação e atenção às parcerias comerciais. Ainda que o foco tenha sido o setor agropecuário, esse tipo de golpe pode afetar empresas de qualquer segmento.
A simples aquisição de produtos de fornecedores envolvidos em fraudes já pode enquadrar uma empresa como participante ou conivente, mesmo que de forma indireta. Por isso, é essencial adotar medidas rigorosas de compliance fiscal e diligência para evitar fraudes fiscais.
Quer saber como esse tipo de fraude funciona? Neste artigo, você entenderá mais sobre o assunto e, também, o que sua empresa pode fazer para se proteger. Continue a leitura!
Na operação deflagrada, os criminosos emitiam notas fiscais eletrônicas de venda de grãos inexistentes. Essas notas eram utilizadas para simular operações, gerar créditos de ICMS e movimentar valores com aparência de legalidade.
Além disso, as empresas “compradoras”, muitas vezes sem saber da origem fraudulenta, usavam esses créditos em suas apurações tributárias, o que configura, perante o fisco, uma irregularidade grave.
Empresas que não possuem processos de validação robustos correm o risco de serem envolvidas nesse tipo de fraude, seja por negligência, seja por desconhecimento. Sendo assim, o resultado pode ser desastroso: autuações fiscais, perda de crédito, processos administrativos e até responsabilização criminal.
O que sua empresa pode fazer para se proteger?
Comoconsultoria tributária especializada, nós reforçamos a importância de medidas preventivas contra fraudes fiscais, como:
1. Due diligence de fornecedores Antes de iniciar qualquer relação comercial, investigue o histórico da empresa, sua regularidade fiscal, quadro societário e movimentações incomuns. Um CNPJ ativo não é garantia de legalidade.
2. Validação de notas fiscais Implemente sistemas de validação automática de NF-es, verificando inconsistências em valores, produtos, CFOPs e origem da mercadoria. Ademais, notas de alto valor emitidas por microempresas, por exemplo, são um forte sinal de alerta.
3. Monitoramento contínuo Não basta validar o fornecedor no momento do cadastro. Logo, é preciso acompanhar periodicamente a situação fiscal, especialmente em segmentos com maior risco de fraudes estruturadas, como commodities e intermediação de insumos.
4. Registro documental claro Garanta que todas as etapas da operação estejam documentadas, inclusive com comprovações de entrega e pagamento. Em caso de questionamento pelo fisco, isso será essencial para comprovar a boa-fé da empresa.
5. Educação fiscal interna Treine as equipes de compras, financeiro e fiscal para reconhecer sinais de alerta e agir de forma preventiva. A falta de alinhamento interno pode abrir brechas para fraudes.
Conformidade fiscal é proteção, não burocracia
Muitos empresários ainda veem a área tributária como um setor reativo, voltado apenas para apuração de impostos. Entretanto, o caso recente mostra que o descuido com parceiros e documentos fiscais pode gerar impactos profundos: financeiros, reputacionais e até jurídicos.
Ou seja, manter um ambiente fiscal saudável é também proteger o negócio de riscos externos. A prevenção é sempre mais eficaz e econômica do que lidar com as consequências de uma autuação ou de um processo criminal.
Se sua empresa quer fortalecer seus controles, revisar seus processos fiscais ou entender como a sua empresa pode se blindar contra fraudes estruturadas, acesse o blog da Rumo Brasil!
Somos uma consultoria especializada em transporte rodoviário de cargas, pioneira no setor. Em nosso blog, oferecemos dicas valiosas para empresas que precisam ter atenção às questões tributárias, financeiras e jurídicas.
A má contratação de uma consultoria tributária e fiscal pode acarretar riscos bem graves, como foi visto na Operação Obsidiana. A ação da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal revela um esquema fraudulento em 21 estados de todas as regiões do país.
A operação investigou uma organização criminosa que se passava por consultoria tributária, oferecendo planejamentos fiscais fraudulentos e gerando um prejuízo de R$ 450 milhões aos cofres públicos.
Ou seja, esse caso serve como um exemplo claro dos riscos que empresas correm ao confiar em consultorias não qualificadas, especialmente aquelas que prometem ganhos fiscais rápidos ou “fórmulas mágicas” para pagar menos impostos.
Mas, como reconhecer esses esquemas fraudulentos, as consequências da má contratação e o que você pode fazer para evitá-los? É o que vamos responder aqui neste artigo. Continue a leitura!
Quais são as consequências de uma má consultoria?
Contratar uma consultoria tributária que não segue os parâmetros legais e técnicos pode acarretar prejuízos financeiros diretos, danos à reputação e até ações judiciais. A seguir, listamos os principais riscos envolvidos:
1. Multas e autuações fiscais: Empresas que adotam práticas irregulares orientadas por falsas consultorias acabam caindo na malha fina da Receita Federal. Logo, quando identificadas, essas irregularidades geram multas pesadas e autuações retroativas, muitas vezes com juros e correção monetária.
2. Responsabilização criminal dos sócios: Dependendo do grau de envolvimento e do tipo de fraude, os gestores da empresa podem responder criminalmente por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro ou sonegação fiscal. Ou seja, a má conduta da consultoria pode colocar os próprios empresários em risco.
3. Comprometimento da imagem da empresa: A confiança dos clientes, investidores e parceiros comerciais pode ser abalada com a exposição de envolvimento em esquemas fiscais suspeitos. Ou seja, isso afeta diretamente a credibilidade da marca no mercado.
4. Perda de benefícios fiscais legítimos: Ao optar por atalhos, muitas empresas deixam de aproveitar incentivos fiscais válidos e legais que poderiam gerar economia real e sustentável a longo prazo.
O que o caso da Operação Obsidiana nos ensina?
Segundo a Receita Federal, a falsa consultoria investigada na operação montava planejamentos tributários com uso de documentos falsificados, simulação de operações e abuso de normas jurídicas. Clientes, muitas vezes sem conhecimento técnico para avaliar a legalidade das propostas, eram convencidos de que estavam atuando dentro da lei.
Esse tipo de atuação revela o quanto é crucial que empresas avaliem com atenção o histórico, a reputação e os métodos da consultoria tributária com a qual pretendem trabalhar. Sendo assim, uma escolha mal feita pode arruinar anos de trabalho sério e transparente.
Como reconhecer golpes fiscais e tributários?
Inicialmente, reconhecer fraudes entre consultorias pode ser difícil para quem não convive no ramo. Entretanto, há alguns pontos de atenção que você pode anotar para que essa situação não aconteça no seu negócio.
Aqui, separamos algumas dicas que podem ser bastante úteis para que você evite riscos:
Desconfie de promessas muito vantajosas
Consultorias que prometem reduções agressivas de impostos ou recuperações milionárias de créditos em prazos curtos e sem riscos geralmente estão tentando atrair clientes por meio de promessas irreais. Na dúvida: se parece bom demais pra ser verdade, provavelmente é.
Pesquise o histórico da empresa
Verifique se a consultoria tem registro e CNPJ ativo.
Consulte eventuais processos judiciais ou administrativos relacionados à empresa.
Cheque se a metodologia faz sentido legal
Desconfie se a empresa não fornece documentação clara ou explicações técnicas embasadas sobre como chegará aos créditos ou compensações. Peça sempre:
Fundamentos jurídicos das ações.
Cópia dos cálculos.
Pareceres assinados por profissionais com registro na OAB ou CRC.
Busque referências reais
Converse com clientes reais da consultoria. Não apenas os que estão no portfólio divulgado, mas também empresas do mesmo segmento ou região que possam dar uma opinião sincera sobre o serviço prestado.
Fique atento à postura e transparência
Empresas sérias fazem questão de explicar cada etapa do trabalho. Se o discurso for vago, cheio de termos técnicos para confundir, ou se houver resistência em entregar documentações, desconfie.
Escolha com segurança e evite riscos
Nós, da Rumo Brasil, prezamos pela integridade e transparência em todas as etapas da consultoria tributária e fiscais. Nossa prioridade é assegurar que todas as estratégias tributárias estejam em conformidade com a legislação vigente, evitando riscos e solucionando possíveis problemas.
Além disso, temos um foco: o transporte rodoviário de cargas. Atuamos neste setor e oferecemos uma consultoria personalizada para empresas que desejam potencializar os seus resultados, utilizando boas práticas de compliance e sustentabilidade.
Se você deseja escolher uma consultoria de confiança, estamos aqui para o seu negócio! Acesse o nosso site e entre em contato com um de nossos especialistas. Além disso, você também pode conhecer mais do nosso trabalho através do Linkedin e Instagram.
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